quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Sometimes...

Sometimes, when I don't find the exact words that I'd like to say in a song, I write...

Se você virasse
E olhasse pra trás
Me pegaria te admirando.
Com cara de sonho
Cara de quero, volta, te amo,
Cara de saudade, de sono,
Cara de piedade, de tédio,
Não quero voltar pro prédio
Quero a praça e o abraço
Quero a mão, o rosto e o braço,
Quero a manhã, a tarde e a noite,
Quero hoje, amanhã e depois.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Jogada aos seus pés...

Eu estava na praça, sozinha, na minha, andando tranquilamente, quando vi uma cena horrível.
Aquela menina... foi chocante... eu olhei para os lados, para ver se alguém estava partilhando daquela visão comigo, mas mesmo com a praça cheia, ninguém havia notado.
Ela estava preparando desde antes, dava pra notar. O pior é que ela estava acompanhada, mas os amigos não faziam nada pra ajudar, ela simplesmente parava alguns passos atrás e...
Eu vi ela puxando o zíper da blusa até a metade, vi ela ajeitando o decote, vi ela puxar o cabelo pra cima do olho esquerdo, vi ela fazendo biquinho, vi o olhar, a pose... e, ah!, ela esticou o braço na diagonal, entortou a câmera com a lente virada pra ela, e tirou a foto!
Ah! Quanta vergonha alheia, devo ter ficado vermelha, senti meu rosto queimar. Como permitem tal gesto? Como ela tem coragem de proporcionar tal visão?

... sou mesmo exagerada.

Mas eu realmente sinto vergonha alheia de quem faz pose pra se auto-fotografar no meio da praça.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Mãe e Pai

Vê-los chorar é a mesma coisa do mundo vir à baixo.
Meus pais são grandes parâmetros meus.
Então a tristeza deles significa que a situação toda é deprimente mesmo. E a preocupação deles significa que algo grave está acontecendo.
Quando criança, enxergava meus pais como as pessoas mais fortes, mais calmas, mais corretas.
Essa visão veio comigo.
Já sei ver o que é correto por minha conta. Sei ser calma (sometimes). E também sei ser forte, se for preciso.
Eu posso lidar com certas dificuldades, posso me virar sozinha.
Mas ainda conto com eles, são meu apoio.
Sendo assim, ver o meu apoio ser enfraquecido por uma gripe qualquer já é algo meio apavorante.

Por enquanto, preciso que eles estejam bem, para eu estar bem também.

Será que todo mundo carrega um pouco dessa visão?
Porque se uma coisa apavora os pais, quer dizer que é horrível mesmo, a ponto de fazê-los fracos frente aos filhos.
O principal sempre é passar segurança aos filhos. Se algo os deixa tão inseguros a ponto de apavorarem junto aos filhos, seu parâmetro de "calma, vai ficar tudo bem" acabou.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ilustrada

Não sei bem a ordem, mas sei que a primeira é sempre do Angeli.
E a segunda é sempre do Laerte.
E a terceira é sempre do Glauco. Ainda bem, porque o jornal vem dobrado bem no meio da terceira, e eu odeio o Glauco. As piadas dele não tem graça. E o desenho é muito feio, a noção de movimento que ele dá é irritante.
Mas quando muda um pouco os cartunistas, quando colocam o 'Moon Bá' e o Allan Sieber aí é a melhor tirinha que fica em terceiro lugar, a do Laerte.
E eu prefiro quando vem mais preenchido com as tirinhas nacionais, e não quando tem o Chris Browne e o Jim Davis. Afinal, o Hagar não é tão engraçado assim, e o Garfield às vezes é bobo.
Se for só pra preencher, por que não com o André Dahmer? Podia ter um Malvadinho de vez em quando. Mas talvez o Dahmer, diferente do Adão, não aceite mudar as coisas "sujas" das tirinhas pra poder sair no jornal.

Enfim, eu tenho passado tempo demais recortando tirinhas.
Um dia ainda encapo alguma parede.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Meaning

Ouvindo a música "Sobre o tempo", do Pato Fu, fiquei pensando em como as coisas passam rápido.
Eu sempre tenho a impressão de que quando eu era mais nova passava mais devagar. Um ano demorava uma eternidade, uma tarde era um tempão. Aí eu fui crescendo (em sentido figurado, claro) e o tempo foi diminuindo. Quanto mais coisa eu tenho interesse em fazer, menos tempo eu tenho.

E pensando nisso eu continuo a me perguntar qual o sentido disso tudo.
Qual o sentido da vida?

Eu não sei, não tenho a menor ideia.
Eu não acho que vou pra lugar nenhum depois desse meu tempo, mas não imagino como vai ser.
Eu não lembro como era antes de eu nascer, eu não sentia nada. Então depois que morrer eu paro de sentir, eu simplesmente paro no mundo? Eu queria saber o que eu vou sentir. Ou melhor, o que eu não vou sentir. Qual será a sensação de parar de existir? Bom, não quero descobrir tão cedo.
Mas, seja qual for a sensação lá no final, que diferença eu faço por aqui? Por que eu existo?
Mais uma vez, eu não sei.

O que eu sei é que tenho pessoas na minha vida que fazem valer a pena estar por aqui.
E isso me basta.

P.S.: por favor, que fique claro, este não é um post depressivo. É apenas um post reflexivo.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Quiz

A soma do tédio com a curiosidade geraram um quiz sobre mim.
Tédio porque eu estava caçando algo pra fazer quando a Laura me mandou o quiz dela pelo MSN. Depois de resolvido eu só podia ver meu resultado criando um login e uma senha. A Laura é uma pessoa distante de mim, eu queria saber o quanto eu tinha acertado sobre ela. Com a conta feita, o capetinha do tédio me cutucou e me convenceu a fazer um sobre mim.
Interessante.
Um quiz pode não querer dizer que a pessoa é sua amiga menos que as outras, ou que é mais desatenta. O quiz só mostra o quanto você conversa com aquela pessoa. E nada mais.
As perguntas são sobre coisas que você repara na convivência, sobre coisas do seu passado ou do seu futuro que você já comentou com alguém. Ou seja, com quem você conversa mais, sobre tudo.
Mas é interessante ter um ranking das pessoas que você conversa mais.

Anyway, pra quem quiser: http://www.xisde.com.br/xD/luizinha_gia/1/

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Um jogo


A arte do desenho.
A arte da música.
A arte da lógica.
A arte do jogo.

Machinarium.